OS TEMPLÁRIOS E O CONHECIMENTO TRADICIONAL


• A Milícia de Cristo pouco trouxe de novo para a época que já não tivesse existido anteriormente num outro período histórico da humanidade. Ressalta que os templários foram, de facto, se bem que de modo discreto, os herdeiros legítimos e fiéis depositários das antigas tradições e de antigos cultos pagãos, já perdidos na memória dos homens;

• Não há como nos cingir à simples e linear forma como a História oficial aborda o tema templários, sem ter em conta o seu enquadramento no plano da existência humana: o facto de a Ordem tomar para si arquétipos e vivenciá-los na vida diária (sob a forma de um ideal), ao mesmo tempo em que, intelectualmente, actualizava os conteúdos desse conhecimento tradicional, transpondo-o para o seu período histórico, era revolucionário, pois determinou o pensamento da época, constituindo um factor inovador no seu tempo;

• Os cavaleiros de Cristo não só praticaram estes preceitos morais, através de uma forte e estrita disciplina, como também os expandiram por todos os cantos do mundo, entre aqueles povos com quem já mantinham contactos estreitos, e entre aqueles com quem iniciaram os primeiros intercâmbios culturais. Esse, sim, foi, sem sombra de dúvidas, o maior contributo que a Ordem podia ter dado ao status quo de um período histórico tão carente de cultura: defender e agir em conformidade com as suas convicções e as regras aceites em prol de uma causa comum.

in "Templários - de Milícia Cristã a Sociedade Secreta", vol. 1, Eduardo Amarante

O GENE LUSO SOB O OLHAR DA CIÊNCIA


"A propósito do gene luso, a ciência descobriu recentemente o gene A25-BIS-DR2, uma sequência de aminoácidos que só existe num único povo: o Lusitano!
Já Heródoto, e mais recentemente Medendez Pidal, entre tantos outros, sabia das particularidades inéditas e inusitadas do Povo Luso. Agora, a Ciência, através do Estudo dos Genes de Histocompatibilidade HLA, revelou que os descendentes do primitivo povo que habitava o Norte e o Centro de Portugal, conhecido por Lusitano, possuía dois genes únicos:
• O A25-BIS-DR2;
• E o A26-B38-DR13.
O A26-B38-DR13 é o gene mais antigo da humanidade, enquanto que o A25-BIS-DR2 é único, pois apenas existe no povo lusitano! Ou seja, não existe em mais nenhum povo do mundo!
Segundo esta extraordinária descoberta científica, o nosso código genético é diferente do dos outros povos do Sul da Europa, é único e é o mais antigo à face da Terra.
É por isso que Camões tão bem soube cantar nos Lusíadas o gene, o génio, a heroicidade e a universalidade do Luso. Os seus feitos têm sempre duas características:
• A superação dos limites (desafiar o impossível;
• E a conquista espiritual mediante o culto do Espírito Santo e a realização do Quinto Império, o Império do Espírito, da Concórdia e da Universalidade.
Na Crónica d’El Rei D. Manuel, Damião de Góis registou o texto de uma lápide existente na Serra da Lua (Sintra), à entrada do Castelo dos Mouros, que se referia ao oráculo de uma sibila sobre o Oriente e o Ocidente. O texto dessa lápide rezava assim:
“Patente me farei ao Ocidente
Quando a porta se abrir lá do Oriente
Será coisa de pasmar, quando o Indo
Quando o Ganges trocar, segundo vejo
Seus divinos efeitos com o Tejo.”
Ser Português é um estado de alma atávico, impregnado profundamente no inconsciente colectivo. Não, não é para quem quer; é para quem ama e se identifica com Portugal, a sua terra, a sua energia telúrica, as suas raízes, as suas tradições e a sua história. Não é para todos os que nascem em Portugal!"
in Eduardo Amarante, "Templários, vol. 3"


A ARQUITECTURA TEMPLÁRIA

Este tema remete-nos para a origem do Templo de Jerusalém que foi construído durante o reinado do Rei Salomão, num lugar indicado pelo Rei David, seu pai.
A estrutura central do templo era de 70 cúbitos[1] de extensão e 20 cúbitos de largura.
Numa área atrás do altar principal ficava a sala denominada “Sanctum Santorum”, que continha alguns elementos do Tabernáculo, entre eles a Arca da Aliança, que – segundo reza a tradição - foi perdida no segundo templo.
Na entrada, antes do portal, duas enormes pilastras, uma com a letra B e outra com a letra J, representavam as palavras Boaz & Jaquim. Na liturgia hebraica, simbolizam a dualidade do universo, onde uma coisa apenas existe em função de outra. Seria algo como: Noite e Dia, Homem e Mulher, Bem e Mal, Certo e Errado, etc…. Ao cruzar as portas, uma antecâmara denominada Lugar Sagrado, com 2 fileiras paralelas, com 5 candelabros cada.
Ao centro, um altar para o incenso. Atrás, uma porta feita de madeira de oliveira, e uma escada, que dava para uma sala especial, chamada "Sanctum Santorum". Nesta sala, repousava a Arca da Aliança. O tecto era abobadado, com a representação do céu estrelado, a lua e o Sol.
O templo estava voltado para o Oriente.
No local onde outrora se localizava o templo de Salomão, que lhes fora cedido pelo Rei Balduíno II, os Templários encontraram, entre outras coisas, algo muito valioso, isto é, uma arquitectura sagrada apoiada numa simbologia altamente esotérica, originária dos antigos mestres canteiros egípcios. Tratava-se de uma geometria sagrada repleta de simbolismo cabalístico, alquímico e litúrgico.
As grandes catedrais góticas foram construídas poucos anos após a fundação da Ordem do Templo, facto a que não é alheio o relacionamento familiar e espiritual entre Hugo de Payens e S. Bernardo de Claraval. Quando o indagavam sobre a natureza de Deus, S. Bernardo respondia: “É o comprimento, a largura, a altura e a profundidade”, resposta na linha da filosofia de Pitágoras, que dizia que “Deus geometriza”.
Eduardo Amarante






[1] Na Antiguidade utilizavam-se vários padrões, pelo que o cúbito ou côvado tanto media 49,5 cm na Suméria como 52,40 no Egipto. Todavia é definido como a distância do cotovelo à ponta do dedo médio.

O OCTÓGONO NA FILOSOFIA PITAGÓRICA E NOS TEMPLÁRIOS


Na escola pitagórica era interdito pronunciar o octógono. A razão principal devia-se ao facto de este ser a chave fundamental para compreender o Merkabah, designação do campo magnético do homem que traz a iluminação, ou seja, a solução para todos os problemas de que o ser humano padece. Por sua vez para a Ordem Templária, o número oito representava um símbolo sagrado, demonstrativo da sua devoção às oito beatitudes evangélicas. O número de oito beatitudes ou princípios significa a sabedoria infinita sob múltiplas formas. O octógono é uma figura geométrica correspondente a dois quadrados entrelaçados (4 + 4 = 8). A maior parte das principais igrejas construídas pelos templários (Laon, Metz, Tomar, etc.), foi estruturada segundo o plano octogonal. A importância do número oito para os templários é essencial como chave simbólica do equilíbrio e harmonia entre o quadrado da Terra e o círculo do Céu. A dupla espiral que bastas vezes vemos representada igualmente nos seus espaços simboliza o movimento perpétuo da vida e o infinito (representado na linguagem matemática do 8 na horizontal). Este simbolismo do equilíbrio central, que é também da justiça, encontra-se na ogdoada pitagórica e gnóstica (que simboliza os oito princípios egípcios e fenícios). Espacialmente, o número oito é sinal do equilíbrio cósmico e é também o símbolo da renovação, do renascimento ou da beatitude. Representa os quatro pontos cardeais (N. S. E. O.) e os seus intermédios (NE, NO, SE, SO). A representação do octógono está sempre presente na circunferência, na intersecção das diversas linhas que o atravessam, e é a imagem do Homem, o ser transformado que superou a sua dimensão humana e se uniu a Deus. 

in "Templários", vol. 4, Eduardo Amarante 

Imagem: Octógono à entrada da porta da Igreja Paroquial de S. Pedro, em Óbidos.

O AMOR AO DINHEIRO (e ao Poder) É A RAIZ DE TODOS OS MALES




(...) Hoje, passados quase dois séculos e meio, os peões estão posicionados para a concretização do Governo Global que irá trazer a paz, obtida à custa das nossas liberdades individuais. A paz global é necessária para os negócios progredirem e produzirem bons lucros. S. Paulo em I Timóteo 6:10 adverte-nos:
“O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.”
A Nova Ordem Mundial é um termo amplamente propalado pelos mass media que aqui utilizamos para nos referirmos à tomada de poder global que está a ser planeada por indivíduos extremamente poderosos e influentes, cuja meta é criar um governo totalitário mundial, acabando com as fronteiras nacionais e regionais, de modo a controlarem tudo e todos. A intenção é ter o controlo total e completo sobre todos os seres humanos e reduzir drasticamente a população mundial em dois terços, mediante guerras e pandemias.
Em 1992, o dr. John Coleman publicou o livro Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300, em que demonstra os planos da Nova Ordem Mundial para o domínio e o controlo a nível planetário. Diz ele:
“Um governo mundial e um sistema único monetário numa permanente hierarquia sem eleições, cujos membros se nomeiam entre si ao estilo do sistema feudal existente na Idade Média. Não existirá classe média; apenas governadores e escravos. Todas as leis serão uniformes segundo um sistema legal de tribunais internacionais que praticam o mesmo código legal unificado, tudo reforçado por uma força policial e militar para impor as leis nos países formados, onde não haverá fronteiras. O sistema basear-se-á num estado de bem-estar conformista, em que os que forem obedientes e subservientes ao governo serão recompensados com os meios para sobreviverem; os rebeldes irão simplesmente morrer à fome ou serão considerados fora-da-lei, sendo um alvo para quem os queira matar. Possuir armas de fogo será totalmente proibido entre a população civil.”
A maioria das pessoas reage com cepticismo e não acredita que possam existir planos tão diabólicos para o domínio do mundo. Acreditam que “o poder corrompe” e que a ambição de poder torna certos homens em monstros ferozes. Mas há limites… dirá o leitor menos avisado. Sim, dizemos nós, há limites impostos pelo dharma, ou lei universal; caso contrário, há muito que a espécie humana já teria descambado para um abismo sem fim…
in "Profecias", Eduardo Amarante


A MATA SAGRADA DOS SETE MONTES, EM TOMAR





Num documento do Arquivo Secreto do Vaticano, datado de 1439, há uma referencia à Mata dos Sete Montes, em Tomar, bem como à presença de “pastores” que viviam na obediência a um superior, chamada Severo, seu maioral. Estes “pastores” ou iniciados, sob a direcção espiritual do Mestre, passavam e dirigiam, por entre bosques e subterrâneos, as provas necessárias, de onde saíam os escolhidos para a realização de uma missão sagrada.
Eis a transcrição do citado documento, dado a conhecer por Paulo Peixoto em 'O Grifo Português':

“Apelidada como Olivais de Sete Montes e Sete Vales já em 1327, ou referida como Sete Vales e Sete Fontes (Septem Valles et Septem Fontes) num documento do Arquivo Secreto do Vaticano datado de 1439, foi este o local que ‘naquela parte da grande Lusitânia, que a natureza fez no sítio aos olhos mais oculta (...) perto donde o rio Nabão (...) numa abrigada ao pé dum alto monte (...) vive uma companhia de pastores que, juntos debaixo do governo de Severo seu maioral’ (...) e que “por justa ocasião chamarão os Sete Montes (...)’.”

in "Templários - de Milícia Cristã a Sociedade Secreta", VOLUME 4: Do Portugal Atávico ao Segredo do Quinto Império, Eduardo Amarante

O ENIGMÁTICO DEDO APONTANDO O “CANO”




Num dos claustros do Convento de Cristo em Tomar sobressai uma figura enigmática esculpida numa pequena pedra. Trata-se de uma mão com 5 dedos, em que o dedo médio se alonga desmesuradamente em relação aos demais, como que apontando uma direcção. Por baixo está escrita a palavra CANO. A versão tão oficial quanto redutora é a de que o dedo está a indicar uma canalização que se encontra sob o solo. Não pomos em dúvida que a canalização exista. Mas utilizar uma imagem tão simbólica (já encontrada, inclusive, em pinturas e esculturas rupestres) como indicação de uma funcionalidade tão banal quanto material leva-nos a perguntar o que é que REALMENTE a imagem esculpida naquele pedaço de pedra poderá significar.
De acordo com a quirologia, ciência que interpreta os sinais contidos em ambas as mãos, enquanto que a mão esquerda representa o nosso potencial, a mão direita representa o rumo que a nossa vida está a seguir.
O dedo médio refere-se às responsabilidades. Na figura em causa, o dedo médio alonga-se desmesuradamente, significando que o desafio a enfrentar deve ser realizado mediante o esforço próprio para alcançar a meta que se propõe.
A palavra CANO, para além do seu significado óbvio de conduta, aquilo que conduz, poderá ter relação com o português antigo CAN e com o latim CANIS (plural CANUM), ou seja, o CÃO, aquele que vê na noite, com uma função psicopômpica (conduzindo as almas das trevas para a luz), levando o candidato à iniciação a submeter-se a um conjunto de provas que o conduziriam da ignorância para a luz do conhecimento. Nessa sua função, o cão relaciona-se com a divindade egípcia Anubis e com o enigmático São Cristóvão com cabeça de cão ou de chacal que está pintado numa das paredes da Charola templária do Castelo/Convento de Cristo.
Para inúmeras civilizações e culturas arcaicas, a mão exprime a ideia de potência, sendo dadora de vida, representando o espírito vital procriador. No Egipto, a mão aberta simboliza a força magnética. Nos baixos-relevos da arte pré-colombiana, a mão aberta com os dedos esticados representa o deus do 5º dia, uma divindade ctónica, simbolizando assim a morte... e o renascimento.
in "Templários - de Milícia Cristã a Sociedade Secreta", VOLUME 4: Do Portugal Atávico ao Segredo do Quinto Império, Eduardo Amarante

A NOVA CLASSE DOMINANTE


Sempre houve analfabetos, porém a incultura e a ignorância eram tidas como uma vergonha. Ao contrário de agora, não era normal as pessoas nunca terem lido um livro na sua tramada vida. Hoje, a maioria está-se nas tintas para tudo o que seja cultural ou que exija uma inteligência minimamente superior à dos primatas.
Os analfabetos de hoje são os piores porque, na maioria dos casos, tiveram acesso à educação. Sabem ler e escrever, mas não praticam.
São cada vez mais e cada vez mais o mercado cuida e pensa neles. A televisão é feita cada vez mais à sua medida. As grelhas dos diferentes canais competem na oferta de programas pensados para gente que não lê, não entende, que passa ao lado da cultura, e que apenas quer divertir-se e que a distraiam, ainda que seja com os crimes mais horrendos ou com as fofoquices mais degradantes.
Amigos, o mundo inteiro está a ser construído à medida desta nova maioria. Tudo é superficial, frívolo, rasteiro, primário, para que esta gente o possa compreender e digerir.
Esta é, socialmente, a nova classe dominante, embora seja sempre a classe dominada, precisamente pelo seu analfabetismo e sua incultura. É ela que impõe a sua falta de gosto e suas mórbidas regras. E nós temos que suportar isto, nós que não nos conformamos com tão pouco, nós que aspiramos a um pouco mais de profundidade, um pouco mais, um pouco mais...
Autor desconhecido





A ALIANÇA ENTRE AS CASAS DE BORGONHA E DE AVIS


Foi dentro do espírito ecuménico – de que a Demanda do Preste João era a faceta visível – que Jorge, o embaixador do Négus da Abissínia esteve em Lisboa em 1451, a convite de D. Afonso V. Após permanecer um tempo na capital portuguesa, foi enviado pelo Rei de Portugal a Filipe o Bom, Duque da Borgonha, seu tio pelo casamento com D. Isabel de Avis (filha de D. João I e de D. Filipa de Lencastre).
Este matrimónio é de uma importância ímpar na história de Portugal, pois restabelece a aliança entre as Casas de Borgonha e de Avis, permitindo a prossecução dos fins para que Portugal foi pensado e criado, sob a inspiração de S. Bernardo de Claraval, um dos filhos da Borgonha.
Com um outro de seus filhos, D. Afonso Henriques, Portugal encetou o cumprimento da primeira das três missões a realizar. Com esta nova (ou renovada) aliança, Portugal abria as portas da Gália/Germânia, mediante as enfunadas velas da Cruz de Cristo, ao pleno desempenho da sua segunda missão e à tentativa da consumação do Quinto Império, ou terceira missão. “O homem põe e Deus dispõe”; entendeu a Providência que não era ainda chegada a hora, como veremos adiante, para que tal se concretizasse.
É no ano de 1467 que D. Isabel de Avis, Duquesa de Borgonha e de Brabante, perde o seu marido, Filipe o Bom, e em que o seu filho, Carlos o Temerário, se torna senhor do mais rico ducado da Europa. Este último, agora Duque de Borgonha e de Brabante, era primo direito de D. Afonso V e neto de D. João I.
Desde D. Isabel e seu filho Carlos o Temerário que correu sangue português na Casa de Borgonha, como in illo tempore, ou seja, nos tempos da fundação de Portugal, correra nos nossos primeiros reis e seus descendentes.
A aliança num mesmo destino
A Duquesa Isabel – última sobrevivente da Ínclita Geração – e seu filho Carlos o Temerário selaram a união no mesmo destino das Casas de Borgonha e de Avis, representadas como irmãs no famoso Políptico atribuído a Nuno Gonçalves.

in "Templários - de Milícia Cristã a Sociedade Secreta", VOLUME 4: de Milícia Cristã a Sociedade Secreta - Do Portugal Atávico ao Segredo do Quinto Império


NÃO VIVEMOS NUM ESTADO DE DIREITO. VIVEMOS NUMA GRANDE MENTIRA…

Não temos de pedir perdão por existir. Nós temos o direito, não só de existir, como de viver dignamente.
Num Estado de direito, quem governa são homens e mulheres honestos, probos, sérios, responsáveis, que nunca enganaram, nem roubaram, nem traficaram, nem se aproveitaram do bem comum para benefício próprio.
Num Estado de direito, a justiça é exercida pelos homens mais justos e mais Sábios da Nação. Nunca por corruptos, pedófilos, tarados sexuais e imberbes ambiciosos e facilmente corruptíveis.
Num Estado de direito, a economia e as finanças estão sob a responsabilidade de cidadãos competentes, equilibrados e honestos que, na sua vida privada são um modelo de temperança, sem dívidas nem excessos. Não corrompem nem se deixam corromper.
Num Estado de direito, a educação está a cargo de professores e pedagogos que fazem desta tão digna quão delicada profissão um verdadeiro sacerdócio. Só cidadãos educados e com capacidades inequivocamente demonstradas para educar e ensinar é que poderão exercer a educação, isto é, fazer sair em cada um dos mais jovens o melhor que neles habita, uma vez que educere significa, precisamente, despertar e exaltar os valores atemporais.
Num Estado de direito, a saúde está sob a responsabilidade de profissionais que exercem a Medicina como um sacerdócio, tendo em vista minimizar o sofrimento alheio e nunca daí tirar qualquer proveito material.
Num Estado de direito… não temos de mendigar o pão!
Eduardo Amarante



O CONTROLO DO PENSAMENTO PELA INSTITUCIONALIZAÇÃO DO “POLITICAMENTE CORRECTO”


Os Senhores das Trevas são muito astutos e estabeleceram, pacientemente, um plano que, pensam eles, poderá ludibriar-nos e fazer-nos cair nas suas malhas ardilosas. Assim, têm vindo a fazer, desde há décadas, “lavagens ao cérebro” por influência de várias instituições e dos mass media que fazem com que as pessoas reajam com cepticismo porque foram, precisamente, condicionadas a reagir com cepticismo. Descobriram que a maioria das pessoas tem barreiras mentais que impedem o cérebro de fazer um exame crítico a certos tópicos sensíveis (daí a institucionalização do “politicamente correcto”).
As “barreiras mentais” são um termo empregue pelos serviços secretos para um tipo de resposta condicionada que bloqueia o pensamento de uma pessoa. Por exemplo, à simples menção da palavra “conspiração”, muitas pessoas reagem como se se tratasse de algo inventado por alguém que tivesse acabado de sair de algum hospital psiquiátrico. Nem sequer querem ouvir falar disso, porque acham que não passa de uma invenção. É precisamente a reacção que os Senhores das Trevas pretendem que tenhamos ao ouvirmos falar de conspirações, para permanecermos ignorantes em relação ao seu plano de instauração de uma tirania global.
A chamada “opinião pública” está, com efeito, a ser cuidadosamente manipulada por uma forma de propaganda subliminar, encriptada, construída para incitar a resposta comportamental desejada pelos manipuladores. As sondagens e as votações nas eleições são feitas com a intenção de calibrar a aceitação por parte do público dos programas planeados pela Nova Ordem Mundial...
in Eduardo Amarante, "Profecias - da interpretação do Fim do Mundo à vinda do Anticristo"




OS HERÓIS E AS HEROÍNAS SÃO NECESSÁRIOS






Os heróis não estão mortos! Eles são imortais! O homem e a mulher que não sentem dentro de si um pouco de heroísmo, um pouco de firmeza e de coragem, um pouco de honra e de dignidade, são uma espécie de vegetais, porque o estado do ser humano é psicológico, mental e espiritual e não uma fórmula química ou biológica. E todo o indivíduo que sente dentro de si uma ascendência divina quererá imitar, dentro das suas naturais limitações, esses heróis que, tal como Hércules, partem à conquista da sua imortalidade, desafiando os monstros da superstição e da ignorância.
Com uma visão tão curta e horizontal, os Portugueses nunca teriam descoberto novos mundos, mas ter-se-iam apenas limitado à linha do horizonte.
(...) Nós sabemos que o paraíso terrestre não existe. Os dois materialismos, de direita e de esquerda, tiveram tempo para o construir e não o fizeram. Deram-nos, em contrapartida, o mono como antepassado, um presente de violência, desemprego e contaminação a todos os níveis e prometem-nos um futuro cheio de ameaças de guerra, de indiferença e de fome. Encarregaram-se de macular a História, manipulando-a para os seus fins egoístas. Nos grandes homens procuraram encontrar os defeitos mais aberrantes, e a mitologia não seria mais do que um conjunto de fábulas dos povos primitivos. Em substituição, deram-nos o mito do macaco, a utopia do paraíso terrestre e uma pleîade de falsos heróis.
Presentemente, a nossa juventude desorientada não sabe que exemplos há-de seguir, porque a censura psicológica repressiva a inibe de expressar sentimentos belos e espiritualizados, de falar de amor desinteressado, de relembrar com orgulho os feitos históricos da Nação. O aparelho maquiavélico da propaganda fornece-lhe a pornografia e a violência na televisão e nos cinemas, em que os bandidos e os guerrilheiros urbanos tornaram-se nos novos heróis. Incita-se psicologicamente, através de videogames e outros instrumentos de propaganda subliminar, os jovens à violência, a pegar em armas, a matar, tal como fazem os seus heróis.
(...) Hoje, a virilidade desceu da cabeça ao sexo. Já não se produz, mas reproduz-se. A violência passou a ser sinónimo de coragem, a manha e o engodo substituíram a dignidade. A palavra de honra deixou de ter valor. Quem nela acredita é tido por imbecil. O ser humano está a converter-se em chacal, atirando-se à mínima oportunidade sobre a presa mais dócil.
Actualmente é fácil pegar numa arma, pois o combate faz-se à distância. Poucos são os “heróis” actuais capazes de empunhar uma espada e ter por força a Razão.
A verdadeira dignidade, a verdadeira coragem não é usar a violência e mostrar-se arrogante, mas sim ter a bravura e a probidade de manter os seus compromissos, saber ser exigente consigo próprio e usar de tolerância para com os outros.
Os heróis são necessários. Mas, heróis são aqueles que, pela sua envergadura moral e espiritual elevaram-se acima da humanidade, sendo um modelo de exemplo pela sua nobreza de carácter, persistência nos actos e coragem. E a humanidade precisa destes exemplos!
Eduardo Amarante
Excerto da introdução à obra “Heróis e Heroínas da História de Portugal”
Imagens: Pinturas a óleo de Mestre Carlos Alberto Santos

TEMPLÁRIOS - De Milícia Cristã a Sociedade Secreta

O livro "TEMPLÁRIOS - De Milícia Cristã a Sociedade Secreta" (4 volumes) aborda o tema do processo da pré-formação de Portugal,️ através da 'roda da História' onde o passado e o futuro nada mais são do que factos históricos mas, inserindo-os no contexto da Ordem do Templo, não apenas nas raízes míticas, mas também religiosa e sociopolíticas, que contribuíram para o desenvolvimento do que o português é, no dia de hoje: como pensa, como age e sonha.
Mostra a história de um povo e de um País, que fecha o 'círculo da identidade de uma nação', ponto de charneira para a realização do mítico projecto de uma Nova Idade de Ouro (obedecendo à Lei Cósmica dos ciclos da Natureza, tão bem conhecida no passado) e 'superiormente plasmada' naquele momento histórico, pelos Templários, no Plano global do 'mito' do 'Quinto Império'. Missão essa que correspondia em termos práticos à implantação de um 'império universal', inspirado nos mais Elevados valores Espirituais do homem - o modelo do homem Novo, renascido das 'cinzas da matéria' - depois de purificado pelo poder do Fogo - à semelhança do mito da FÉNIX.
Reflectindo sobre esta excelente obra, e na tentativa de a 'resumir' através de um curto extracto, analisando-a através dos 'olhos' da alma e reflectindo, sobre um tema tão visceral, e de extraordinária importância para os cidadãos lusos, verdadeiros obreiros de uma nação que, quis o 'Destino' se chamasse: Portugal. Se na realidade melhor não 'consegui sintetizar', restará a memória e a homenagem 'simbólica' aos Grandes de Portugal e do Mundo.
Para o autor deste livro: Prof. Eduardo Amarante a minha gratidão, assim como para com todos os irmãos e irmãs que mantêm acesa a 'Chama', o 'Sonho' e a 'Esperança' de que: 'Falta Cumprir Portugal' e, recordando a "Mensagem" do Infante: “Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce”.
Muitos têm sido os portugueses e não só, que ao longo da história cantam e vivem o 'sonho de Ser português', como o fez o Grande Camões e o não menos Grande Fernando Pessoa que, com qualidades geniais, descreveram na perfeição o 'simbolismo' da "Alma Lusa" porque neles habitava a centelha Divina, do grande 'Mistério' que está por 'realizar': Cumprir os Desígnios de Deus!
Todos nós portugueses, portadores dessa mesma 'Centelha Divina', e 'arautos' dos mesmos 'Ideais', temos esta enorme dívida de gratidão para com os Grandes Heróis de Portugal. É a importância deste legado que não devemos esquecer, 'reacendendo' ciclicamente em 'nossas memórias', e evocando-as ao longo das nossas Vidas, presentes e futuras.
...A heresia dos "dissidentes" de Niceia não foi mais do que a expressão do seu profundo respeito pelo cristianismo original. Nestes termos, houve heresia ... para com Constantino!
No Evangelho de S. Tomé, evidentemente declarado apócrifo por Roma, Jesus diz:
"Que aquele que Procura nunca deixe de procurar, até Encontrar. E quando Encontrar ficará perturbado. E estando perturbado, ficará Maravilhado. E reinará no Todo"


S. BERNARDO DE CLARAVAL E O IDEAL TEMPLÁRIO





A 20 de Agosto de 1153 faleceu S. BERNARDO DE CLARAVAL, mentor dos Templários e um dos obreiros de Portugal como Nação independente.
"A fundação de Portugal deveu-se muito à Ordem do Templo e, sobretudo, a S. Bernardo, seu mentor que, situado em terras de Claraval, não deixava de orientar política e espiritualmente os templários, que lutavam pela fé cristã. Desse modo, Portugal, emergindo como nação, tornou-se um objectivo primordial no quadro de uma nova Europa que pretendiam construir – longe das querelas que a minavam por dentro –, com gente valorosa que pudesse servir os intentos do monge cisterciense."
"D. Afonso Henriques doou à Ordem de Cister ou a S. Bernardo extensos territórios na Estremadura (onde se inclui o mosteiro de Alcobaça), província que na altura estava deserta e constituía a fronteira entre cristãos e muçulmanos. Daí que S. Bernardo tratasse de encarregar Gualdim Pais de fazer uma cintura defensiva à volta dos bens da Ordem.
"A Ordem de Cister foi fundamental para a colonização do território. A sua acção incidiu em:
• chamar, proteger e educar os colonos que formaram povoações;
• desbravar terras, abrir estradas e caminhos;
• construir pontes;
• comunicar com o mar que era uma forma de aproveitar a navegação;
• criar e aperfeiçoar as indústrias;
• explorar minas e os seus recursos;
• promover a criação de gado;
• lançar as bases de uma civilização."
"S. Bernardo, nobre borgonhês e abade de Claraval desde 1115, desenvolveu um pensamento providencialista que aplicou à expansão universal da cruz de Cristo. Para ele, esta expansão não devia ser entendida como uma simples propagação de fé pela conquista, mas dependia, antes de mais, da conversão da Igreja a um ideal mais puro, mais místico e mais cavaleiresco. Tais exigências de dedicação, entrega e pureza de ideal fizeram com que o nome e a obra de S. Bernardo inflamassem uma época crucial da história europeia.
O grandioso projecto de S. Bernardo manifestou-se em dois planos:
• o da acção no mundo e no tempo através da Ordem do Templo ao serviço da Monarquia Universal;
• e o da missão espiritual da Ordem de Cister, ao serviço de uma Igreja mais pura e ascética.
"A própria criação de Portugal foi “imaginada” por uma elite espiritual, cuja expressão mais visível terá sido S. Bernardo de Claraval. Essa elite, que pensava em termos de eternidade, deu início a um projecto que viria a dar os seus frutos séculos mais tarde. Tratava-se de pessoas de eleição, alimentadas pelos valores do espírito; uns viviam ao abrigo das ordens monásticas, nomeadamente de Cister, e outros estavam ao serviço do poder temporal. Porém, ambos, monges contemplativos e monges-guerreiros eram humildes servos do poder espiritual, que não era necessariamente o poder da Igreja de Roma."
in Eduardo Amarante, "Templários", Vol. 2

OS GRANDES CICLOS HISTÓRICOS E O ACTUAL KALI-YUGA

Todas as manhãs o Sol levanta-se em frente a uma constelação da esfera celeste. Contudo, estando animado de um movimento aparente, o Sol nunca se ergue exactamente no mesmo ponto do dia anterior. Assim sendo, o Sol muda de constelação a cada trinta dias. Após uma sucessão normal durante 365 dias, ao ter-se erguido sucessivamente frente a doze constelações diferentes, o Sol volta ao início, isto é, nasce de novo em frente àquela que o tinha acolhido no ano anterior. Constatou-se, então, que o Sol, ao longo de todo o ano, tem encontro marcado, na mesma época, com uma determinada constelação. O primeiro dia da Primavera (equinócio) foi, então, designado como o ponto de encontro (ponto vernal) da Terra-Sol-Estrelas .

Depois desta primeira observação, também se constatou que todos os anos, ao ver o Sol a levantar-se no equinócio da Primavera, ele não se ergue no mesmo ponto da constelação, pois há uma ligeira deslocação (um grau em cada 72 anos), deslocação essa que faz com que o Sol passe de uma constelação a outra (com um ângulo de 30º) em 2160 anos (72 anos x 30º = 2160 anos). O Sol percorre, então, as doze constelações do Zodíaco (Roda Zodiacal de 360º) em 25.920 anos (2.160 anos x 12 constelações). É o chamado “Grande Ano” de Platão, em que o Sol percorre os doze signos zodiacais. Este processo é cíclico e é produto do movimento de rotação e translação da Terra.

Tomando como ponto de partida o equinócio da Primavera, o Sol movimenta-se no sentido dos ponteiros do relógio, isto é, o seu movimento é contrário às estações do ano e à sequência a que nos habituámos dos signos do Zodíaco.

Houve uma época em que o Sol se erguia, por ocasião do equinócio da Primavera, em frente à constelação zodiacal do Carneiro (o Agnus Dei, o Cordeiro Pascal). Percorridos 2.160 anos, pelo chamado fenómeno da precessão dos equinócios, o Sol não se levanta em frente a Touro, mas sim frente a Peixes. Ora, a era de Peixes iniciou-se um pouco antes do nascimento de Jesus Cristo . Por essa razão, o símbolo identificativo dos primeiros cristãos era o Peixe (em grego ichthys) como símbolo de Cristo.

(...) Estas eras ou idades estão englobadas no Grande Ano de 25.920 anos. Este, por sua vez, é um ciclo dentro de outro ciclo muito maior, conhecido na Índia e no Tibete pelo nome de Manvantara, formado por quatro grandes idades ou Yugas. São elas, respectivamente:
• Krita (ou Satya) Yuga, que corresponde à Idade de Ouro;
• Tetrâ Yuga, que corresponde à Idade de Prata;
• Dvâpara Yuga, que corresponde à Idade de Bronze;
• E por último, Kali Yuga, o actual Yuga (ou idade), que corresponde à Idade de Ferro.

O actual Kali Yuga teve início no final da vida corpórea de Krishna (aproximadamente há uns 5.100 anos).

in "PROFECIAS-da Interpretação do Fim do Mundo à Vinda do Anticristo", Eduardo Amarante